domingo, 15 de fevereiro de 2009

O XADREZ E EU

Eu tinha pouco menos de cinco anos anos quando fiquei deslumbrado por um tabuleiro de madeira todo quadriculado e cheio de figuras interessantes, das quais só identifiquei cavalos. Meu pai disse tratar-se do Jogo de Xadrez. Diante da minha curiosidade, típica da idade, ele me explicou algumas coisas, começando por uma atraente história relacionada à origem daquele entretenimento. Envolvia matemática, mas como ainda não sabia nada do assunto apenas prestei atenção. O joguinho me atraiu rapidamente, a ponto de querer saber logo como funcionava. E foi assim que comecei a praticá-lo, limitando-me, porém, aos seus movimentos básicos. À primeira vista parecia dificilimo, todavia, fui me interessando cada vez mais por ele. Por outro lado, uma frustração me perseguia: a de não conseguir vencer "meu professor". Esta sombra perseguiu-me durante muito tempo, alguns anos talvez. Contudo, aprendi tratar-se de dificuldade inerente aos aprendizes, haja vista a necessidade de longo tempo de prática, até experimentar o sabor da vitória. Por outro lado, todos os benefícios proporcionados pelo xadrez foram me "contaminando". Ultimamente jogo pouco, fazendo-o mais via Internet, através de alguns sites específicos e conhecidos. Nalguns países o Xadrez integra o currículo escolar, oficialmente. Aqui, porém, tal expediente não é usual. Para minha surpresa, entretanto, esta prática foi introduzida numa Escola pública da minha cidade, graças à iniciativa pioneira duma das suas professoras, a qual implantou o Jogo de Xadrez na sala-de-aula, exitosamente.
Que isto sirva de exemplo!

Um comentário:

  1. Prefiro Damas, que é beeem mais fácil Tico e Teco agradecem!

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