Segundo o prefeito Aidan Ravin (PTB), a loja tinha alvará de licença da Prefeitura e dos Bombeiros somente para comercialização de fogos e não para fabricação. Todavia, preliminarmente, indícios demonstraram a atividade irregular.
O abalo, segundo declarações de populares, foi sentido a grandes distâncias, enquanto nos imóveis lindeiros ao foco os estragos foram de grande monta, além de vários automóveis. O estrondo foi ouvido num raio de dez quilômetros.
Com insistência, porém em vão, os moradores do bairro, especialmente os avizinhados, reclamaram às autoridades sobre a atividade clandestina de produção de fogos naquele local.
"A fiscalização não viu que nos fundos fabricavam", comentou o prefeito. Segundo o Exército, "local não tinha permissão para fabricar".
Os Bombeiros foram rápidos e estão agindo incansavelmente, como sempre.
Parece que as pesoas não aprendem,não é? Que pena!abração,chica
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